Lancheira da Alice (Sem Lactose) – YouTube

Oi gente, gravei um video falando sobre a lancheira da Alice. Ela tem intolerância a lactose. No video eu falo sobre produtos que ela gosta, e também alguns dos lugares onde eu encontrei aqui em Belém esses produtos específicos.

Espero que vocês gostem!

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Coisas sobre ser Mãe que ninguém nunca te conta…

Por: Cristhiana Rendeiro

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Perguntar pra uma mãe sobre o que é a maternidade é comum. E mais comum ainda é ouvir todas falarem que ser mãe é a melhor coisa que já aconteceu, que amamentar é lindo, que ter um filho é ter alguém com quem contar a vida toda e tudo mais que estamos cansados de ouvir. Claro que sempre ouve uma reclamação ou outra sobre sono, sobre pós parto, sobre os choros. Mas ninguém te conta que…

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Abraço de Mãe

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Mãe é um ser multifuncional criado por Deus para nos ensinar o que é o amor verdadeiro. Amor esse que ultrapassa limites e barreiras simplesmente movidos pelo instinto maternal.

Ser Mãe vai muito além de gerar outra vida, quem é sabe do que eu falo. Ser Mãe é estar sempre de braços abertos quando o filho precisa de um abraço. Ser Mãe é no fundo ser um Abraço, pois um filho entre os braços de sua Mãe vive um novo mundo. Um mundo de afeto, carinho, calor, proteção, é o encontro de dois corações em um mundo único que só uma Mãe é capaz de proporcionar.

Em um único abraço uma Mãe é capaz de adivinhar sentimentos, ouvir mesmo que em silêncio e acalentar sem dizer uma única palavra.

O amor de uma Mãe por seu filho, pode-se descrever em um ABRAÇO… Afinal, qual o melhor lugar mundo? Para mim, dentro de um abraço de Mãe!

Dedico esse texto para minha mãe e rainha Ana Clélia e a minha princesa Alice. Amo vocês!

Por: Cristhiana Rendeiro

10 dicas para ajudar a previnir o estresse Pós-parto

Olá gente! Depois que o bebê nasce, a mãe passa por uma avalanche de emoções, por isso eu resolvi fazer esse post e dar umas dicas pra quem está nessa fase ou quem está entrando, para que possa passar por esse período com um pouco mais de equilíbrio e preparação.

A depressão pós-parto está vinculada ao puerpério, período que decorre desde o nascimento da criança até que o corpo e o estado geral da mulher voltem às condições de antes da  gestação. A mãe se desliga da realidade, torna-se agressiva, sente-se intimidada pela dependência integral da criança, perde a comunicação afetiva com o bebê, dorme mal, apresenta falta de apetite e pode ter diversos problemas de saúde. Muitas vezes a própria mulher não quer aceitar a situação, por isso saiba como identificá-la, mas de preferência, tente evitá-la.

Aqui estão algumas dicas que podem ajudar você a evitar passar por um momento tão difícil como esse:

1- Mantenha uma gravidez saudável e acompanhada sempre do seu médico

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Muitas vezes, adolescentes, mulheres acima de 35 anos, mães com aborto de repetição e portadoras de doenças crônicas costumam apresentar gravidez de risco, que contribui para o estresse.  Buscar uma vida saudável durante a gravidez  e o continuo acompanhamento médico são essenciais para evitar problemas futuros.  Alimentação balanceada e rica em fibras, muita água,  estabilidade emocional e distância de cigarro e drogas são desejáveis para uma grávida. Hábitos saudáveis contribuem para uma maternidade sem traumas.

2- Mantenha a os gastos em dia

Rendimento médio do trabalho das mulheres chegou a R$ 1.238 em 2012

A condição financeira é um grande motivo para o estresse. Deixe as contas para antes do nascimento. Se possível bem antes, para não correr o risco de faltar dinheiro em um momento difícil. Até porque, todos sabemos que a despesa de uma criança não é fácil.

3- Prepare os seios para amamentar antes de o bebê nascer.

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Parece fácil, mas não é. Amamentar exige  instrução. Converse com seu médico sobre qual a melhor maneira de preparar os seios para a amamentação. É importante pois evita rachaduras e ajuda a ir dando forma ao bico e o bebê mama sem dificuldades. Se o bebê tiver dificuldade de pegar o peito no começo, insista com paciência e tranquilidade. Se você estiver muito insegura, converse com as amigas que já tiveram filhos ou informe ao seu médico.

4-Tenha estabilidade emocional

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A gravidez mexe muito com as mulheres. Mas é preciso avaliar até que ponto você está preparada para segurar a onda. O desequilíbrio é a porta de entrada para o estresse. E as consequências são bem desagradáveis: distúrbios do sono, alternância entre carinho e agressividade, irritação, raiva, culpa e, enfim, depressão. Por isso, procure sempre estar de bem com a vida e ter controle de suas emoções, pense sempre que é para o seu bem e do bebê.

5- Confie no seu instinto

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O primeiro filho é o teste de fogo. Saiba que você vai errar mais do que acertar no começo. Muita gente vai se meter na maneira de como você cuida do seu filho (principalmente os mais velhos).  Mas tudo sempre termina bem. Procure suportar essa situação e confie nos seus instintos. No caso de grávidas com outros filhos, o problema pode estar no ciúme do filho mais velho. Procure aproximar os irmãos já desde a gestação, e tenha paciência nessa aproximação, sempre tentando balancear a relação entre os dois ou mais filhos.

6-  Encare com bom humor as mudanças no corpo

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Todas sabem que seu corpo muda com a gestação. Depois do parto, então, a situação piora( eu que o diga). E as mudanças podem  levar à aversão à criança. Fique atenta e não entre em desespero. Até porque, com o tempo, tudo volta ao normal. Só depende de você.

7- Tenha em mente que você vai dormir pouco

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Deixar de dormir talvez seja o maior drama na vida de uma mãe. Mas é  inevitável( te digo logo). Afinal, no começo, a criança vai mamar em intervalos de três a quatro horas. Sem contar a troca do dia pela noite. O importante aqui é entrar no ritmo e descansar nas horas que o bebê também estiver descasando (era isso que eu fazia). A falta de sono favorece o estresse. Um cuidado importante: esvazie os dois peitos a cada mamada, isso vai saciar o bebê por mais tempo.

 8- Estreite os laços afetivos e mantenha uma boa relação com o seu parceiro

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O suporte da família e dos amigos é decisivo para a paz de espírito de uma mãe, principalemente numa gravidez não programada ou  indesejada. Nessa hora, o parceiro tem um papel fundamental. Se ele apoiar a parceira e participar da gestação, os riscos de estresse diminuem bastante. Caso contrário, a mulher tem de ficar mais atenta para não se desestabilizar.

Sua relação com o pai do bebê é decisiva para o bem-estar da família. Ambos podem estar carentes, cada um do seu jeito. Tente reverter isso em, gentilezas, gestos de carinho e não em brigas, insultos ediscussões. Compreensão, tolerância e cumplicidade são as palavras de ordem para o casal.

9- Seja MÃE e cultive esse vínculo

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Converse com o seu bebê, conte histórias, acaricie sua barriga, massageie as extremidades, abrace-o. Ações como essas ajudam a aumentar a afinidade com o filho e dão sentido à nova fase de vocês. Isso com certeza neutraliza os efeitos do estresse.

10- Reserve um tempo para si

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Sua vida não pode girar exclusivamente em torno do bebê, mesmo nas primeiras semanas. É preciso aliviar o estresse. Tenha com quem conversar sobre outros assuntos, busque atividades que deixem você relaxada, tente tomar um banho com calma (assim que o bebê dormir corra para o banheiro) e cuide de sua higiene pessoal. Evite, por exemplo, passar o dia de pijama e, entre uma mamada e outra, mesmo se o tempo for curto para uma soneca, coloque um CD de música que lhe traga tranquilidade, seu arrume para seu parceiro, procurem fazer atividades juntos, mesmo que em casa, como assistir um filme.

Espero que vocês tenham gostado das dicas e já sabem, qualquer dúvida, crítica ou sugestão é só deixar nos comentários ou envie para o email (chadamamae@gmail.com).

Beijão e até a próxima 😉

Cris Rendeiro

Bebês e Animais de estimação, como conviver…

Olá pessoal!
Demorou mas eu resolvi falar sobre um assunto que está completamente presente na minha vida, a relação dos bebês e os animais de estimação. Para alguns esse assunto pode ater ser meio “polêmico”, por diversos fatores individuais de cada pessoa. Mas vou contar pra vocês um pouco da minha experiencia sobre o assunto (o que não é pouco).
O que fazer com o animal de estimação depois da chegada do bebê?
Bem, antes de engravidar da Alice eu e meu marido já tinhamos uma “Filha Dog”, a Pérola, que realmente sempre foi tratada como uma filha, dormia na cama com a gente e tudo. Depois de um ano com a ela, engravidei da Alice… Como sempre, a Pérola esteve ao meu lado a gravidez inteira, como grande companheira que é.
Durante esse tempo, procurei ler o máximo que pude sobre o assunto, como fazer essa relação de bebê e animal, que me ajudou muito nesse processo. Um tempo antes da Alice nascer, fomos mudando os hábitos com ela e acostumando a Pérola a não dormir mais na cama com a gente.
Quando chegamos da maternidade, a Pérola com a alegria que sempre nos recebia ficou curiosa em saber o que era a aquele serzinho estranho ali nos meus braços. Abaixei a Alice um pouquinho pra ela sentir o cheirinho e saber que era a mais nova moradora da casa que estava chegando.
No começo foi MUITO difícil, pois todos achavam que era melhor a Pérola não dormir no quarto conosco. Então tivemos de deixá-la dormindo em outro quarto, ela sofreu bastante, durante o dia, ficava horas na porta do nosso quarto chorando. Eu confesso que me arrependo um pouco de ter feito desse jeito, pois demorou um pouco pra Pérola se acostumar com a Alice e tinha até um certo receio de chegar perto. E também quando ela se aproximava da Alice, as pessoas próximas (avós, tios, etc…) acabavam assustando ela e tirando-a de perto da Alice. Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito um pouco diferente, mas também é claro que não deixaria a Pérola dormir na cama ou lamber a Alice né, porque já seria demais kkkkkk. Com o tempo fui introduzindo as brincadeiras e carinhos entre elas e pra mim foi demaaais, é uma maravilha pra mim ver as duas brincando (tirando as vezes que tive que correr atrás da Pérola pra pegar o brinquedo da Alice que ela pegou). Ah e no aniversário de 1 aninho da Alice, a Pérola estava lá toda vestida de quadrilha, curtindo a festa e ainda foi pra mesa dos parabéns kkkkk.
Hoje em dia vivemos tranquilamente com as duas juntas, Alice ama a Pérola, e a Pérola também corresponde a maioria das brincadeiras e carinhos, mas a ainda tem um certo receio de brincar com a Alice (ela malina demais da cachorra). Minha filha não desenvolveu alergia nenhuma à animais, não teve problema nenhum causado por animais domésticos. Acredito que a Pérola faz muito bem pra Alice pois ela realmente a reconhece como irmã que faz companhia pra ela todos os dias e a recebe com todo amor e carinho quando ela chega da aula.
O que eu diria para quem tem um animal de estimação e ta esperando um bebê?
1. NUNCA abandone seu bichinho, faça de tudo para não deixá-lo de lado completamente, eles sofrem demais. Sempre antes do banho, enquanto a Alice dormia eu tirava um tempinho pra dar carinho pra Pérola.
2. Apresente seu bebê para o seu bichinho pra que ele possa ir se acostumando com a presença daquele serzinho ali.
3. Converse sempre com ele e fale sobre o bebê.
4. Converse com o pediatra do seu bebê sobre como fazer essa relação com o animal, para que os dois possam conviver tranquilamente. Já foi provado que a relação de bebê e animal fortalece o sistema imunológico.
5. Sem contar que é uma maravilha ver a relação e interação de bebê e o bichinho.
Espero que vocês tenham gostado… Qualquer dúvida, crítica ou sugestão é só entrar em contato com a gente 🙂
Até a próxima, Cris Rendeiro
chadamamae

O que mudou na minha vida depois da chegada da Alice

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Olá gente!

Depois da Amanda, chega a minha vez de falar sobre o que mudou na minha vida depois da chegada da Alice…

Hoje ela tá com um ano e oito meses e todos os dias desde quando eu descobri que estava grávida, quando eu deito na cama penso no quanto minha vida mudou.
Não planejamos a chegada da Alice, por isso o primeiro impacto foi desesperador, eu estudava, trabalhava e até então ser Mãe não estava nos meus planos. Depois que eu parei pra pensar que dentro de mim crescia uma vida, foi tudo mágico, cada mudança no corpo, nas atitudes, tudo mudou. Apesar daquela barriga enorme, eu me sentia a mulher mais linda do mundo. Tive uma gravidez meio complicada, com queda, descolamento de plascenta, infecção urinária, contrações antes da hora, e o que mais me desesperou foi saber em uma consulta de rotina, que eu precisaria passar por uma cesariana de emergência pois a Alice estava entrando em estado de sofrimento e o coraçãozinho dela não estava batendo normalmente. Nesse momento o meu mundo parou, eu nunca tinha visto aquele rostinho ou sentido ela em minhas mãos e eu já não sabia o que seria da minha vida. Fui para o hospital e fizemos o parto e deu tudo certo. Ali estava eu, sem saber explicar até hoje o que eu senti naquele momento.
Depois desse dia, tudo na minha vida gira em torna dela, eu abri mão de noites de festa, idas ao cinema, saida com os amigos, não apenas por caus dela, mas sim por nós duas. Quando muitos pensavam que eu largaria a faculdade por causa dela, se enganaram, pois é ela que dá forças pra conseguir vencer cada vez mais na vida.
Hoje vivo uma rotina completamente diferente de quando não tinha ela, aprendi a ser mais responsável com tudo.
Durmo tarde, pois só consigo trabalhar e fazer as coisa de casa quando ela dorme, acordo cedo pois tenho que deixar tudo pronto antes dela acordar. Quando saímos com ela, me preocupo se o local é adequado pra crianças, se ela vai gostar ou se sentir mal, me preocupo até mesmo com a minha saúde, porque doente eu posso não conseguir cuidar dela direito. Quando ela dorme por muito tempo (assim como TODAS as mães que conheço) vou lá pra saber se ela está respirando. Sem contar quando ela se machuca e chora, eu choro junto. E é claro que não posso deixar de mencionar o estresse que também aumenta ( E MUITO), mas ver aquele rostinho dengoso na minha frente logo depois é o que compensa.
É tanta coisa que eu me preocupo que ninguém teria saco pra ler kkkkk, alimentação, escola, vacinas, doenças, roupas, efim, coisas de mãe… 
O engraçado é quando eu e o Maurício saímos sem ela, logo sentimos falta, queremos voltar pra casa e só pra ter a presença dela.
 
Talvez minha vida tivesse outro rumo se eu não tivesse ela, se pra melhor ou pior, isso não importa. O que importa é que a vida que tenho hoje só tem sentido porque a Alice faz parte dela e daqui pra frente tudo o que eu pretendo ser e fazer vai ser sempre pensando no melhor pra ela, que faz os todos os meus dias estressantemente felizes kkkkkkkk.
 
Beijos e até a próxima
 
Cris Rendeiro

É hora do lanche

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Olá meninas!

Hoje eu vou falar sobre um assunto que estava me preocupando esses últimos dias, que é sobre o lanche ideal pra a Alice levar pra escola. É a primeira vez dela na escola, tudo novo e além do todo resto que eu tenho pra me preocupar ainda tem o lanche. Cheguei até a perguntar se lá na escola eles ofereciam um serviço de lanche feito por eles mesmos, em que eu pudesse pagar alguma taxa e a responsabilidade ficaria por conta deles. Até porque oferecer um lanche escolar saudável é uma grande dificuldade para nós mães. Muitas vezes é difícil unir qualidade com praticidade, não estou dizendo que é impossível fazer um lanche prático e saudável, mas principalmente no caso da Alice que vai estudar de manhã, é complicado pela questão do tempo pra fazer tudo e depois ainda ter que enfrentar aquele trânsito. Muitas vezes o prático não é o mais saudável, mas são o que as crianças mais adoram. Mas pra tudo podemos dar um jeitinho e dá pra fazer um meio termo e equilibrar essa alimentação.

Primeiro vamos falar das lancheiras, eu optei por uma térmica, pois elas conservam melhor os alimentos e evita que eles estraguem com facilidade.

Outro fator importante é respeitar a preferencia da criança, não deixando-a escolher o que ela quer levar, mas sim colocando sempre os alimentos que mais agrade ela.

Salgadinho, biscoitos recheados, chocolates, bombons não são proibidos, mas evite colocar na lancheira com muita frequência.

Se a lancheira não for térmica, tenha cuidado com os iogurtes e frios (queijo, requeijão, etc…) pois eles estragam com muita facilidade.

Coloque sempre uma fruta na lancheira, mas é sempre bom perguntar pra criança (quando ela for entendida, que não é o caso da Alice) que fruta ela prefere levar, pois assim a possibilidade dela realmente comer é mais fácil. E opte também por frutas que não estraguem com facilidade.

É sempre bom colocar uma garrafinha de água na lancheira, as crianças sempre esquecem de beber água. É sempre bom ter por perto.

É claro que não podemos esquecer dos carboidratos, pois eles são responsáveis pela energia. Pães integrais, fracês, bisnaguinha, barrinhas de cereais, tudo é interessante de colocar.

Procure variar ao máximo o lanchinho deles para que não enjoem com facilidade e é muito importante que seja um lanche bem colorido e bonito para que a criança sinta prazer de comer.

Espero ter ajudado em alguma coisa. Qualquer dúvida, sugestão ou crítica é só deixar nos comentários. Beijos e até a próxima.

Cris Rendeiro 😉