O que mudou na minha vida depois da chegada da Alice

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Olá gente!

Depois da Amanda, chega a minha vez de falar sobre o que mudou na minha vida depois da chegada da Alice…

Hoje ela tá com um ano e oito meses e todos os dias desde quando eu descobri que estava grávida, quando eu deito na cama penso no quanto minha vida mudou.
Não planejamos a chegada da Alice, por isso o primeiro impacto foi desesperador, eu estudava, trabalhava e até então ser Mãe não estava nos meus planos. Depois que eu parei pra pensar que dentro de mim crescia uma vida, foi tudo mágico, cada mudança no corpo, nas atitudes, tudo mudou. Apesar daquela barriga enorme, eu me sentia a mulher mais linda do mundo. Tive uma gravidez meio complicada, com queda, descolamento de plascenta, infecção urinária, contrações antes da hora, e o que mais me desesperou foi saber em uma consulta de rotina, que eu precisaria passar por uma cesariana de emergência pois a Alice estava entrando em estado de sofrimento e o coraçãozinho dela não estava batendo normalmente. Nesse momento o meu mundo parou, eu nunca tinha visto aquele rostinho ou sentido ela em minhas mãos e eu já não sabia o que seria da minha vida. Fui para o hospital e fizemos o parto e deu tudo certo. Ali estava eu, sem saber explicar até hoje o que eu senti naquele momento.
Depois desse dia, tudo na minha vida gira em torna dela, eu abri mão de noites de festa, idas ao cinema, saida com os amigos, não apenas por caus dela, mas sim por nós duas. Quando muitos pensavam que eu largaria a faculdade por causa dela, se enganaram, pois é ela que dá forças pra conseguir vencer cada vez mais na vida.
Hoje vivo uma rotina completamente diferente de quando não tinha ela, aprendi a ser mais responsável com tudo.
Durmo tarde, pois só consigo trabalhar e fazer as coisa de casa quando ela dorme, acordo cedo pois tenho que deixar tudo pronto antes dela acordar. Quando saímos com ela, me preocupo se o local é adequado pra crianças, se ela vai gostar ou se sentir mal, me preocupo até mesmo com a minha saúde, porque doente eu posso não conseguir cuidar dela direito. Quando ela dorme por muito tempo (assim como TODAS as mães que conheço) vou lá pra saber se ela está respirando. Sem contar quando ela se machuca e chora, eu choro junto. E é claro que não posso deixar de mencionar o estresse que também aumenta ( E MUITO), mas ver aquele rostinho dengoso na minha frente logo depois é o que compensa.
É tanta coisa que eu me preocupo que ninguém teria saco pra ler kkkkk, alimentação, escola, vacinas, doenças, roupas, efim, coisas de mãe… 
O engraçado é quando eu e o Maurício saímos sem ela, logo sentimos falta, queremos voltar pra casa e só pra ter a presença dela.
 
Talvez minha vida tivesse outro rumo se eu não tivesse ela, se pra melhor ou pior, isso não importa. O que importa é que a vida que tenho hoje só tem sentido porque a Alice faz parte dela e daqui pra frente tudo o que eu pretendo ser e fazer vai ser sempre pensando no melhor pra ela, que faz os todos os meus dias estressantemente felizes kkkkkkkk.
 
Beijos e até a próxima
 
Cris Rendeiro

É hora do lanche

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Olá meninas!

Hoje eu vou falar sobre um assunto que estava me preocupando esses últimos dias, que é sobre o lanche ideal pra a Alice levar pra escola. É a primeira vez dela na escola, tudo novo e além do todo resto que eu tenho pra me preocupar ainda tem o lanche. Cheguei até a perguntar se lá na escola eles ofereciam um serviço de lanche feito por eles mesmos, em que eu pudesse pagar alguma taxa e a responsabilidade ficaria por conta deles. Até porque oferecer um lanche escolar saudável é uma grande dificuldade para nós mães. Muitas vezes é difícil unir qualidade com praticidade, não estou dizendo que é impossível fazer um lanche prático e saudável, mas principalmente no caso da Alice que vai estudar de manhã, é complicado pela questão do tempo pra fazer tudo e depois ainda ter que enfrentar aquele trânsito. Muitas vezes o prático não é o mais saudável, mas são o que as crianças mais adoram. Mas pra tudo podemos dar um jeitinho e dá pra fazer um meio termo e equilibrar essa alimentação.

Primeiro vamos falar das lancheiras, eu optei por uma térmica, pois elas conservam melhor os alimentos e evita que eles estraguem com facilidade.

Outro fator importante é respeitar a preferencia da criança, não deixando-a escolher o que ela quer levar, mas sim colocando sempre os alimentos que mais agrade ela.

Salgadinho, biscoitos recheados, chocolates, bombons não são proibidos, mas evite colocar na lancheira com muita frequência.

Se a lancheira não for térmica, tenha cuidado com os iogurtes e frios (queijo, requeijão, etc…) pois eles estragam com muita facilidade.

Coloque sempre uma fruta na lancheira, mas é sempre bom perguntar pra criança (quando ela for entendida, que não é o caso da Alice) que fruta ela prefere levar, pois assim a possibilidade dela realmente comer é mais fácil. E opte também por frutas que não estraguem com facilidade.

É sempre bom colocar uma garrafinha de água na lancheira, as crianças sempre esquecem de beber água. É sempre bom ter por perto.

É claro que não podemos esquecer dos carboidratos, pois eles são responsáveis pela energia. Pães integrais, fracês, bisnaguinha, barrinhas de cereais, tudo é interessante de colocar.

Procure variar ao máximo o lanchinho deles para que não enjoem com facilidade e é muito importante que seja um lanche bem colorido e bonito para que a criança sinta prazer de comer.

Espero ter ajudado em alguma coisa. Qualquer dúvida, sugestão ou crítica é só deixar nos comentários. Beijos e até a próxima.

Cris Rendeiro 😉

É hora de BRINCAR!!!

Olá meninas!

Hoje resolvi falar sobre uma coisa muito gostosa de fazer com nossas crianças… Brincar!!! Minha gatinha já esta com um ano e quatro meses e há muito tempo já está nessa fase tão boa. E por estar passando por isso, resolvi compartilhar com vocês um pouco do que eu vivo e o que os especialistas tem a dizer a respeito desse momento tão especial, tanto para os pais quanto para nossas crianças.

A primeira coisa que devemos saber é que é brincando que seu filho experimenta novas sensações e aprende a lidar com diferentes situações. Os sons, as músicas, as cores, as texturas e as formar dos brinquedos estimulam as habilidades e as potencialidades para o desenvolvimento da criança. E se nós, pais, brincamos com ela, esse aprendizado pode ser ainda mais estimulante.

Quando a Alice entrou nessa fase que eu percebi que ela já conseguia interagir com os brinquedos, já sabia o que era cada um deles, eu parei e perguntei para mim mesma: E eu, ainda sei brincar? Foi muito importante pra mim ter feito essa pergunta pois eu passei a buscar a melhor forma de brincar com ela, fui procurar saber como interagir naquela fase ali e até hoje faço isso. Percebi que não é preciso ela ter o brinquedo mais caro ou mais colorido para despertar nela o gosto por brincar, bastava sentar ali no chão no ladinho dela e criar o nosso mundo imaginário, com o que tínhamos em mão mesmo. Muitos pais passam o dia fora e quando chegam em casa estão cansados e sem disposição para ainda brincar, é difícil eu sei… Mas eu tenho certeza que o esforço vai valer apena e que mais na frente você vai sentir falta desses momentos, dedique nem que seja meia hora do seu tempo para brincar com seu filho. Sem contar que brincar com eles é muuuito divertido, você realmente se torna criança outra vez e vai se conectando cada vez mais com o aprendizado do seu filho.

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Os pediatras dão algumas dicas sobre o desenvolvimento das crianças:

Bebês de 0 a 12 meses

Estímulos visuais e sonoros como móbiles coloridos e conversas ao pé do ouvido ajudam o recém-nascido a desenvolver a visão e registrar a voz da mãe. No terceiro mês, o bebê começa a colocar as mãos na boca o no início do quarto mês, eles começam a levar objetos até a boca, por isso os brinquedos devem ser macios, de borracha, atóxicos e antialérgicos. Já no quinto mês o bebê reconhece o próprio nome, e brincadeiras com musicas são ótima opção estimular o aprendizado. Do sexto mês em diante misture leite materno às papinhas e frutas amassadas no cardápio do bebê.

A curiosidade do bebê aparece a partir do oitavo mês, portanto, é muito importante tampar todas as tomadas e ter cuidado com as quinas dos móveis. Para estimular o bebê a andar pequenas distancias, segure-o pelos bracinhos enquanto o pai espera à frente.

O mais importante nesse período é não deixar o bebê sozinho, pois ele precisa de atenção para aprimorar o conhecimento nos seus primeiros meses de vida.

 

Bebês de 12 a 24 meses

Conversar, abraçar, sorrir, beijar e olhar nos olhos do bebê durante as trocas de fraldas, no banho e na hora das brincadeiras são as formas mais eficazes para estimular o desenvolvimento do emocional da criança. E brinquedos interativos ajudam no desenvolvimento intelectual do bebê.

Se você fala outro idioma, ensine ao seu filho, pois nessa fase ele aprende com mais facilidade. Brincar de esconde-esconde é um ótimo estimulo para desenvolver a memória do bebê.

Lembre-se: nessa fase a criança já tem uma boa percepção sobre o mundo, portanto, saber filtrar as mensagens é muito importante para o desenvolvimento e aprendizado do seu filho.

 

Bebês de 24 a 36 meses

Aproxime seu filho de crianças da mesma idade. Passe mais tempo no chão sentado brincando com seu filho, pois, mesmo conhecendo novos amiguinhos, ele vai saber que você é o melhor amigo dele. Ensine seu filho a dar tchau, pedir licença, dizer obrigado e expressar suas vontades.

Respeite seu bebê quando ele não se sentir confortável na presença de pessoas estranhas. Leia todos os dias para seu filho, pois nessa fase da vida o vocabulário de uma criança a mais de mil palavras.

Criar um vínculo de amizade com seu filho, conversar mais vezes com ele procurar saber o que ele anda fazendo é a melhor maneira de conquistar a sua confiança.

 

Não existe coisa melhor que brincar, não acham? E com nossos filhos é melhor ainda… Por isso vamos aproveitar cada momento que temos com nossas fofuras e nos divertir ao máximo. Espero que vocês tenham gostado do post meninas, qualquer dúvida ou sugestão é só entrar em contato com a gente, aqui pelos comentários mesmo ou pelo email (chadamamae@gmail.com), se preferir.

Beijão e até a próxima 😉

Por: Cris Rendeiro