É hora de BRINCAR!!!

Olá meninas!

Hoje resolvi falar sobre uma coisa muito gostosa de fazer com nossas crianças… Brincar!!! Minha gatinha já esta com um ano e quatro meses e há muito tempo já está nessa fase tão boa. E por estar passando por isso, resolvi compartilhar com vocês um pouco do que eu vivo e o que os especialistas tem a dizer a respeito desse momento tão especial, tanto para os pais quanto para nossas crianças.

A primeira coisa que devemos saber é que é brincando que seu filho experimenta novas sensações e aprende a lidar com diferentes situações. Os sons, as músicas, as cores, as texturas e as formar dos brinquedos estimulam as habilidades e as potencialidades para o desenvolvimento da criança. E se nós, pais, brincamos com ela, esse aprendizado pode ser ainda mais estimulante.

Quando a Alice entrou nessa fase que eu percebi que ela já conseguia interagir com os brinquedos, já sabia o que era cada um deles, eu parei e perguntei para mim mesma: E eu, ainda sei brincar? Foi muito importante pra mim ter feito essa pergunta pois eu passei a buscar a melhor forma de brincar com ela, fui procurar saber como interagir naquela fase ali e até hoje faço isso. Percebi que não é preciso ela ter o brinquedo mais caro ou mais colorido para despertar nela o gosto por brincar, bastava sentar ali no chão no ladinho dela e criar o nosso mundo imaginário, com o que tínhamos em mão mesmo. Muitos pais passam o dia fora e quando chegam em casa estão cansados e sem disposição para ainda brincar, é difícil eu sei… Mas eu tenho certeza que o esforço vai valer apena e que mais na frente você vai sentir falta desses momentos, dedique nem que seja meia hora do seu tempo para brincar com seu filho. Sem contar que brincar com eles é muuuito divertido, você realmente se torna criança outra vez e vai se conectando cada vez mais com o aprendizado do seu filho.

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Os pediatras dão algumas dicas sobre o desenvolvimento das crianças:

Bebês de 0 a 12 meses

Estímulos visuais e sonoros como móbiles coloridos e conversas ao pé do ouvido ajudam o recém-nascido a desenvolver a visão e registrar a voz da mãe. No terceiro mês, o bebê começa a colocar as mãos na boca o no início do quarto mês, eles começam a levar objetos até a boca, por isso os brinquedos devem ser macios, de borracha, atóxicos e antialérgicos. Já no quinto mês o bebê reconhece o próprio nome, e brincadeiras com musicas são ótima opção estimular o aprendizado. Do sexto mês em diante misture leite materno às papinhas e frutas amassadas no cardápio do bebê.

A curiosidade do bebê aparece a partir do oitavo mês, portanto, é muito importante tampar todas as tomadas e ter cuidado com as quinas dos móveis. Para estimular o bebê a andar pequenas distancias, segure-o pelos bracinhos enquanto o pai espera à frente.

O mais importante nesse período é não deixar o bebê sozinho, pois ele precisa de atenção para aprimorar o conhecimento nos seus primeiros meses de vida.

 

Bebês de 12 a 24 meses

Conversar, abraçar, sorrir, beijar e olhar nos olhos do bebê durante as trocas de fraldas, no banho e na hora das brincadeiras são as formas mais eficazes para estimular o desenvolvimento do emocional da criança. E brinquedos interativos ajudam no desenvolvimento intelectual do bebê.

Se você fala outro idioma, ensine ao seu filho, pois nessa fase ele aprende com mais facilidade. Brincar de esconde-esconde é um ótimo estimulo para desenvolver a memória do bebê.

Lembre-se: nessa fase a criança já tem uma boa percepção sobre o mundo, portanto, saber filtrar as mensagens é muito importante para o desenvolvimento e aprendizado do seu filho.

 

Bebês de 24 a 36 meses

Aproxime seu filho de crianças da mesma idade. Passe mais tempo no chão sentado brincando com seu filho, pois, mesmo conhecendo novos amiguinhos, ele vai saber que você é o melhor amigo dele. Ensine seu filho a dar tchau, pedir licença, dizer obrigado e expressar suas vontades.

Respeite seu bebê quando ele não se sentir confortável na presença de pessoas estranhas. Leia todos os dias para seu filho, pois nessa fase da vida o vocabulário de uma criança a mais de mil palavras.

Criar um vínculo de amizade com seu filho, conversar mais vezes com ele procurar saber o que ele anda fazendo é a melhor maneira de conquistar a sua confiança.

 

Não existe coisa melhor que brincar, não acham? E com nossos filhos é melhor ainda… Por isso vamos aproveitar cada momento que temos com nossas fofuras e nos divertir ao máximo. Espero que vocês tenham gostado do post meninas, qualquer dúvida ou sugestão é só entrar em contato com a gente, aqui pelos comentários mesmo ou pelo email (chadamamae@gmail.com), se preferir.

Beijão e até a próxima 😉

Por: Cris Rendeiro

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O papel das avós na educação dos netos.

De um lado, temos a mãe e pai que impõem uma série de regras e costumes na hora de criar os filhos. Do outro lado, temos os avós que muitas vezes querem instituir sua própria castilha de educação. Bem, eu me pergunto, como escapar dessa situação?
Eu tento, de todas as maneiras evitar qualquer tipo de discussão ou desentendimento quando se diz respeito a esse assunto. Tentei seguir algumas regras, para assim conseguir viver em paz entre mãe, filha e sogra. Como principal regra é preciso conhecer a função de cada personagem na história. E a partir daí, ser sempre muito franca e abrir o jogo com a avó, seja ela sua mãe ou sua sogra.
Explique que aceita de muito bom grado os conselhos e a preocupação, mas que você mesma prefere escolher de que forma vai agir com seu filho. Caso isso não dei certo, faça como eu e use uma outra tática, hahaha. Mais conhecida como “ouvido de mercador”, simplesmente ignore e faça do seu jeito. Mas sem entrar em discussão ou provocar atritos.
E tenha a certeza, de que com o tempo, você vai descobrir que a avó, aquela figura que parecia tão implicante ou dona da razão, é essencial nas nossas vidas e não tem como desprezar tanta sabedoria, como a das vovós.
O importante, é cada um assumir seu papel dentro da vida da criança, respeitando as regras de cada um e assim vivendo em paz e amor.

O que não se deve falar para as crianças

Pediatra lista 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Vale a pena ler, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

Fonte: http://itodas.uol.com.br/mae/o-que-nao-se-deve-falar-para-as-criancas/