Os benefícios do desenvolvimento da autonomia da criança.

Por: Cristhiana Rendeiroimage

Oi pessoal, tudo bom? Essa semana teve uma palestra bem legal na escola da minha filha falando sobre a autonomia das crianças. Achei interessante compartilhar com vocês sobre o assunto. Recebi um informativo que descreve basicamente o que foi falado na palestra e eu vou escrever pra vocês o que eu tenho aqui messe material, que foi todo preparado pelos profissionais da escola da Alice (Sugestão de site: http://www.daniellafaria.com.br). Acho muito legal posts sobre o desenvolvimento das crianças, porque é uma forma de nós mães temos de acompanhar e se preparar pra cada fase com nossas crianças. É claro que o desenvolvimento de uma criança é diferente de outra. Então se seu filho não estiver em alguma fase, na mesma intensidade de outras crianças, não se desespere, pois as cada um tem seu tempo. Eu mesma fiquei super preocupada quando a Alice chegou na fase de falar e não falava nada. Ficava imaginando ela na sala com muitos amiguinhos falantes e ela lá tímida sem falar nada. Até fui chamada pela fono da escola, mas não tinha problemas nenhum, ela só demorou um pouco mais a desenvolver a linguagem mesmo. Mas vamos lá ao conteúdo da palestra… CONSTRUINDO COM SEU FILHO CAMIMHOS PARA AUTONOMIA. – Observe como você se apresenta ao mundo do seu filho: Uma criança se encontra na frente de um degrau pela primeira vez e que algumas mães saem correndo, apavoradas com a possibilidade de seu filho se esborrachar no chão, e outras simplesmente dizem: “Olha, tem um degrau. E aí, você vai descer?” Há diferentes formas de mostrar às crianças os desafios que aparecem. Ninguém quer largá-los à própria sorte, mas uma coisa é dar um alerta, ir acompanhando, estender a mão. E outra bem diferente é incentivar o medo de tudo, tentar proteger a ponto de achar que tudo vai fazer mal. “É preciso ter confiança no desenvolvimento da criança. É assim que ela vai aumentando seu repertório e conseguindo fazer escolhas”. – Estimule escolhas e dê tempo ao processo. Cada tarefa pode ir aumentando em complexidade conforme a criança vai conseguindo realizá-la. Apenas fique atento e tente respeitar seu tempo. “Uma criança demora muito mais para se trocar sozinha do que com um adulto ajudando. Então, se você você está com pressa de sair, talvez esse não seja o melhor momento de lançar o desafio. Ajude-a no dia a dia e estimule-a a se trocar sozinha no final de semana”. – Cuidado com normas e padrões. O filho da vizinha já faz algo e o seu ainda não? A amiguinha do seu filho sabe ler e ele apenas está começando a se interessar por letras? Seu sobrinho já não usa fralda, mas sua filha ainda não se sente segura? Calma, não existe uma hora exata para que as crianças consigam realizar determinada tarefa. “Hoje há muita informação disponível. Por vezes, os pais lêem que a média de idade para determinada coisa é tal e ficam aflitos”. “É preciso respeitar a singularidade, e o tempo de cada um”. Algumas crianças são mais ágeis, mais maduras, ou têm maior aptidão para determinadas coisas. “Mais importante do que o resultado é prestar atenção ao processo “. “Seu filho está aprendendo, está avançando, consegue  desenvolver-se em determinado caminho? Esse é o sinal de que tudo corre bem.” – Cuidado com o excesso de decisão. As crianças precisam da mediação dos adultos,  precisam ir experimentando e percebendo os resultados de suas ações e escolhas aos poucos.  Tente ter certeza, ao deixá-lo fazer algo ou ao alguma liberdade ou ferramenta, de que há maturidade suficiente do outro lado. Pergunte-se, independentemente de que outras crianças já façam ou tenham determinada coisa: o meu filho consegue lidar com isso? Se ele diz que precisa, por exemplo, de um celular aos 3 ou 4 anos. Provavelmente um celular traga mais confusão do que benefícios. Dicas para desenvolver a autonomia das crianças: – Incentivando a criança a executar tarefas que tenha capacidade de realizar sozinha, bem como aprender coisas novas. – Parabenize-a em cada iniciativa de sucesso. – Demonstre interesse pelas coisas realizadas pela criança. – Não a prive da dificuldade, mas ajude-a a superá-la. – Acompanhando o desenvolvimento da criança, não retardando processos que ela já tem maturidade para executar. – Não cobrando da criança o que ainda não é de sua competência. – Dialogando com a criança em situações de conflito. E é isso pessoal, espero que tenha gostado do post. Todo esse conteúdo recebi no informativo da Step by Step. Qualquer dúvida ou sugestão é só deixar nos comentários. Beijão e até a próxima 😉

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